“AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
QUE RAIVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!“
Se pensam que este grito silencioso foi devido a uma entrevista não feita, porque a pessoa se recusou, estando dentro da faixa etária a entrevistar, acertaram no jackpot! Mas a recusa não foi devido ao facto do potencial entrevistado não estar com vontade de responder, mas sim porque um colega que, de certo deve ser acéfalo, mal-educado e só deve pensar nas entrevistas que tem que fazer, fez uma abordagem do género:
“ - Que idade é que tem? (Estando à procura de uma idade até X anos)
– Eu tenho X+Y anos!
(O telefone é desligado pelo entrevistador acéfalo)“
Quando a je aqui tentou fazer a abordagem a esse potencial entrevistado, tive a mesma resposta que o meu colega deu. O potencial entrevistado fez questão de dizer que não queria mais conversas porque esse tipo de atitude (desligar o telefone após referir a idade sem desejar uma “boa tarde/noite“ ou um “desculpe pelo incómodo“) fê-lo sentir como se fosse algo a desprezar e que me iria fazer-me o mesmo (não me senti desprezível mas com vontade de saber que colega foi esse e aquecer as minhas mãos à volta do seu pescoço). Ainda tentei ligar novamente ao potencial entrevistado para tentar explicar-me que eu não era o meu colega (estúpido e acéfalo), mas foi em vão. Disse que não queria ouvir-me pois estava convencido que eu iria dar a mesma resposta que o meu colega... O senhor não me permitiu articular palavra. Voltou a desligar o telefone...
(Se o potencial entrevistado estiver a ler isto apenas quero que saiba que eu não sou mal-educada e que jamais iria fazer tal coisa, porque não gostaria que o fizessem ao meu pai)
Chateia-me saber que existem colegas que não sabem ter o minímo de educação. Custa assim tanto dizer boa tarde/noite? Que malta (acefála) é essa que trata as pessoas como lixo? Mas essa malta (acefálica) pensa que caminha para a infância, lá porque tomam atitudes que ultrapassam a infantilidade? Deve ser gente que pensa que vai protagonizar “ Estranho Caso de Benjamin Button“ na vida real... Meus caros tenho uma mensagem para vocês: “You gonna catch a cold from the ice inside your soul... Who do you think you are?“
Não foi a primeira vez que tive uma recusa destas. Uma senhora, menos impulsiva, informou-me educadamente e sabendo que eu não era o meu colega, que não colaboraria, pois haviam sido extremamente mal-educados para com ela durante a abordagem. As pessoas devem ser sempre levadas em consideração, não a importa a idade que têm. A pessoa que recusas hoje, pode ser precisa amanhã!
QUE RAIVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!“
Se pensam que este grito silencioso foi devido a uma entrevista não feita, porque a pessoa se recusou, estando dentro da faixa etária a entrevistar, acertaram no jackpot! Mas a recusa não foi devido ao facto do potencial entrevistado não estar com vontade de responder, mas sim porque um colega que, de certo deve ser acéfalo, mal-educado e só deve pensar nas entrevistas que tem que fazer, fez uma abordagem do género:
“ - Que idade é que tem? (Estando à procura de uma idade até X anos)
– Eu tenho X+Y anos!
(O telefone é desligado pelo entrevistador acéfalo)“
Quando a je aqui tentou fazer a abordagem a esse potencial entrevistado, tive a mesma resposta que o meu colega deu. O potencial entrevistado fez questão de dizer que não queria mais conversas porque esse tipo de atitude (desligar o telefone após referir a idade sem desejar uma “boa tarde/noite“ ou um “desculpe pelo incómodo“) fê-lo sentir como se fosse algo a desprezar e que me iria fazer-me o mesmo (não me senti desprezível mas com vontade de saber que colega foi esse e aquecer as minhas mãos à volta do seu pescoço). Ainda tentei ligar novamente ao potencial entrevistado para tentar explicar-me que eu não era o meu colega (estúpido e acéfalo), mas foi em vão. Disse que não queria ouvir-me pois estava convencido que eu iria dar a mesma resposta que o meu colega... O senhor não me permitiu articular palavra. Voltou a desligar o telefone...
(Se o potencial entrevistado estiver a ler isto apenas quero que saiba que eu não sou mal-educada e que jamais iria fazer tal coisa, porque não gostaria que o fizessem ao meu pai)
Chateia-me saber que existem colegas que não sabem ter o minímo de educação. Custa assim tanto dizer boa tarde/noite? Que malta (acefála) é essa que trata as pessoas como lixo? Mas essa malta (acefálica) pensa que caminha para a infância, lá porque tomam atitudes que ultrapassam a infantilidade? Deve ser gente que pensa que vai protagonizar “ Estranho Caso de Benjamin Button“ na vida real... Meus caros tenho uma mensagem para vocês: “You gonna catch a cold from the ice inside your soul... Who do you think you are?“
Não foi a primeira vez que tive uma recusa destas. Uma senhora, menos impulsiva, informou-me educadamente e sabendo que eu não era o meu colega, que não colaboraria, pois haviam sido extremamente mal-educados para com ela durante a abordagem. As pessoas devem ser sempre levadas em consideração, não a importa a idade que têm. A pessoa que recusas hoje, pode ser precisa amanhã!
Sem comentários:
Enviar um comentário